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2 de junho de 2018


 Luzes no Tratamento 

da 

 DEPRESSÃO


Mesmo submetidas às mesmas condições de 

medos e de estresses

as pessoas apresentam diferentes

respostas emocionais e orgânicas

por eles gerados.





OMS:
há cerca de 300 milhões de pessoas sofrendo de
DEPRESSÃO,
sendo esta a principal causa de:
1. doenças orgânicas,
2. incapacidades
3. risco de suicídio,
que vitima 800 mil pessoas todos os anos.




POR QUE RAZÃO ?

Parte da resposta a essa questão 

pode estar na genética.

Uma equipe internacional de mais de 200
pesquisadores em genética, conduziu um estudo inédito 
para identificar genes relacionados com a depressão.
         
Os resultados (publicados abril/2018 na revista Nature Genetics), revelaram
44 variantes genéticas
que apresentaram uma  associação estatisticamente  
significativa com a doença.  
(14 já conhecidas e 30 identificadas pela primeira vez).

Essas se relacionam com:
·       o transtorno de humor bipolar,
·       a ansiedade,
·       a esquizofrenia.

Importante: parte do DNA que predispõe para a obesidade também eleva o risco de depressão.



          Trabalhos com gêmeos univitelinos apontam que:

1. a genética responde por cerca de 40% da depressão;

2. o restante sofre influencia de outros fatores, como experiências negativas de vida.

Espera-se que, com a identificação das variantes genéticas, novos tratamentos possam ser desenvolvidos, com resultado terapêutico 
mais eficaz.



Muitos desses genes para a depressão agem inibindo o crescimento e o funcionamento dos neurônios do córtex pré-frontal, atuando também sobre os neurotransmissores relacionados ao comportamento, além de 
uma miríade de outros alvos cerebrais.


Essa notícia significa um foco de luz no labirinto de dúvidas e de estudos para desvendar as múltiplas causas e os tratamentos dessa doença, 
de numerosas apresentações e riscos.




Adaptado de OMS, ABP


Comentário enviado por email.
Silvana M.M. Ferreira: - Sobre a matéria publicada no Blog, é realmente, uma luz. Para aqueles que se culpam pelo transtorno. Para esclarecer os preconceituosos. Para afirmar que não devemos nos comparar com os outros. Para reafirmar que cada um é cada um, no seu universo particular. Para entendermos que precisamos de tratamento. Pra nos dar esperança de que é possível conviver, modificar os fatores modificáveis e aceitar aqueles que não podemos modificar. Que podemos levar uma vida produtiva, contente e agradável, apesar, do transtorno. Parabéns, querida Elimar!


Um comentário:

  1. Excelente artigo! Realmente uma luz para uma nova abordagem no tratamento da depressão, e, até mesmo, no processo terapêutico e de compreensão do paciente sobre si mesmo.
    Parabéns!

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